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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

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Ministério da Saúde pede isenção de imposto para importar seringas
Ministério da Saúde pede isenção de imposto para importar seringas
Governo decidiu também decidiu abrir um novo pregão para a compra dos produtos. O novo edital deve ser publicado em dez dias 
O Ministério da Saúde encaminhou nesta terça-feira (5) um pedido de isenção de imposto para importação de seringas e agulhas e decidiu abrir um novo pregão para a compra dos produtos. O novo edital deve ser publicado em dez dias. O Ministério da Saúde quer comprar 330 milhões de agulhas e seringas para vizbilizar o Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19

Para não repetir o fracasso do pregão que ocorreu em dezembro, os técnicos vão alterar os valores oferecidos para a compra de agulhas e seringas. Com isso, os insumos devem sair mais caros para o governo. Fontes do Ministério da Saúde afirmam que o ministro Eduardo Pazuello teria cedido à pressão das empresas e corrigido a tabela de preços.

No primeiro pregão, o ministério ofereceu para o kit com agulha e seringa cerca de 18 centavos a unidade. A ideia é que agora o valor suba para 19 ou 20 centavos.

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A alegação das empresas é que boa parte da matéria-prima para produzir os insumos é comprada com base no preço do dólar, e, como a moeda americana está mais valorizada, tudo aumentou.

Para garantir o fornecimento antes mesmo da licitação, o ministério da saúde fez uma requisição administrativa dos estoques desses itens, como prevê a Constituição, e conseguiu que as três maiores fabricantes do país se comprometessem a fornecer cerca de 30 milhões de agulhas e seringas.
"Eu tenho certeza absoluta que esse pedido sendo prioritário, as empresas terão condições de atender o governo até a data a de 30 de janeiro", afirma Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos). 

Em outra frente, a pasta da Saúde enviou ao Ministério da Economia o pedido de concessão de isenção de impostos para a importação de agulhas e seringas. Segundo o documento, a ação faz parte das medidas necessárias para a vacinação contra o coronavírus.

"É muito importante que o governo federal desse uma sinalização com a alíquoto zero desse produto justamente para poder estimular que viesse para o Brasil esses insumos tão importantes para o combate ao coronavírus", diz Pedro Teixeira de Siqueira neto, advogado tributarista.



Governo decidiu também decidiu abrir um novo pregão para a compra dos produtos. O novo edital deve ser publicado em dez dias 


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O Ministério da Saúde encaminhou nesta terça-feira (5) um pedido de isenção de imposto para importação de seringas e agulhas e decidiu abrir um novo pregão para a compra dos produtos. O novo edital deve ser publicado em dez dias. O Ministério da Saúde quer comprar 330 milhões de agulhas e seringas para vizbilizar o Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19

Para não repetir o fracasso do pregão que ocorreu em dezembro, os técnicos vão alterar os valores oferecidos para a compra de agulhas e seringas. Com isso, os insumos devem sair mais caros para o governo. Fontes do Ministério da Saúde afirmam que o ministro Eduardo Pazuello teria cedido à pressão das empresas e corrigido a tabela de preços.

JAVIER CEBOLLADA / EFE - EPA - ARQUIVO

Estatística do estrupo em Fortaleza - MPCE apresenta denúncia 235 crimes de estupro em dois anos

Aproximadamente 95% dos casos partiram das promotorias que tratam sobre crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Conforme a SSPDS, um terço dos crimes sexuais em 2020 aconteceu no período da manhã (6h às 11h59).

Nas últimas semanas, diferentes casos de estupro contra mulheres em Fortaleza repercutiram. Os homens apontados pelas autoridades como suspeitos vão desde músico de banda de forró, professor da vítima ou ainda alguém sem nenhum vínculo com a violentada, como a ocorrência do dia 1º de janeiro de 2021, no bairro Antônio Bezerra. Na Capital, em menos de dois anos, o Ministério Público do Ceará (MPCE) denunciou 235 crimes de estupro e estupro de vulnerável. Duzentos e vinte e três, ou seja, quase 95% das denúncias, partiram das promotorias que tratam de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Os dados são de fevereiro de 2019 até o início de novembro de 2020 e correspondem aos casos das 10 varas criminais de Fortaleza. Em igual período, de acordo com estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), foram registradas 3.543 ocorrências de crimes sexuais no Estado.

Um terço dos casos aconteceu durante a manhã, das 6h às 11h59. Os números revelam que a cada dia, em média, cinco pessoas são violentadas sexualmente, e quando se trata de estupro, tendem a sair impunes os autores dos atos contra vítimas de 18 anos ou mais.

O promotor de Justiça Marcus Amorim, que até o fim de 2020 esteve como secretário-executivo das Promotorias de Justiça Criminais de Fortaleza, explica que existem vários caminhos para que uma notícia-crime desta natureza chegue ao Ministério Público. Um deles é por meio da delegacia de Polícia e outro pelas Organizações Não Governamentais com atuação na área. Mesmo com as possibilidades para denunciar, o promotor admite que as estatísticas no entorno dos crimes sexuais são, historicamente, subnotificadas.


"No Sistema de Justiça, o depoimento da vítima de um estupro tem peso grande. Mas imagina situações envolvendo uma criança pequena ou se é uma vítima que por alguma razão está drogada. O depoimento não é condição indispensável no processo criminal para acusação ou condenação. Consideramos que a escuta especializada e um depoimento sem dano, como é a forma de trabalho em parceria com a Dceca, onde há um melhor acolhimento das vítimas, é importante", disse o promotor ao incentivar a denúncia do fato criminoso.
A professora doutora do Curso de Psicologia da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Luciana Quixadá, ressalta que a maior parte das agressões são sofridas por meninas e envolvem a questão de uma cultura machista e patriarcal.


Para a especialista, a política de enfrentamento à violência contra criança e adolescente está precária, e isso tem relação com o olhar da sociedade aos menores de idades.

"Pertencemos a uma cultura que considera criança e adolescente como sujeito inferior. A discussão ainda é atravessada pela questão do gênero e socioeconômica. Crianças mais abastadas não estão livres dessa violência, mas na maior parte dos casos há sim essa interferência, como o que aconteceu com a menina no bairro Antônio Bezerra. É algo que precisa ser alertado para a sociedade", ponderou Luciana Quixadá.

Flagra
Na esteira dos casos de estupro, uma menina de 13 anos foi violentada na última sexta-feira (1º), na Capital. Ela estava em uma parada de ônibus, quando foi ameaçada pelo suspeito com um gargalo de garrafa. Imagens de videomonitoramento de um estabelecimento próximo, obtidas pela Polícia Militar, mostram vítima e criminoso atravessando a Avenida Mister Hull em direção ao viaduto do Antônio Bezerra. O homem segura a menina com os braços em volta do pescoço dela.

No domingo (3), o suspeito foi preso no Centro de Fortaleza. O homem de 24 anos não tinha nenhuma relação com a vítima, mas responde por receptação e ameaça, crimes consumados no último mês de dezembro. De acordo com o tenente-coronel Hideraldo Bellini, que participou da captura, o suspeito detalhou friamente o crime, "como se tivesse contando uma história".

Dias antes do estupro contra a adolescente, outra mulher foi violentada na Capital. Uma vítima, de 52 anos de idade, foi encontrada sangrando no Centro.

A mulher relatou à Polícia que caminhava pela região quando foi violentada sexualmente. Depois do abuso, a vítima fugiu gritando por ajuda e foi encontrada por populares. O responsável pelo crime não havia sido localizado até a noite de ontem.

Brasil importará 2 milhões de doses de vacina da Índia, após laboratórios assegurarem fornecimento Escrito por Redação com Estadão Conteúdo, 11:35 / 05 de Janeiro de 2021. Atualizado às 12:01 / 05 de Janeiro de 2021 Os anúncios vêm após o CEO do Instituto Serum, Adar Poonawalla, afirmar, no último domingo (3), que não haveria permissão do governo local para a exportação dos imunizantes

A vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com Universidade de Oxford é a principal aposta do Ministério da Saúde para imunização dos brasileiros
Os laboratórios Serum Institute e Bharat Biotech, da Índia, emitiram nota conjunta na manhã desta terça-feira (5) assegurando o fornecimento global de vacinas contra a Covid-19 produzidas no país. Devido a isso, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou a importação de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca com a Universidade de Oxford produzida no país asiático, que devem começar a chegar ainda neste mês de janeiro.

Os anúncios vêm após o CEO do Instituto Serum, Adar Poonawalla, afirmar, no último domingo (3), que não haveria permissão do governo local para a exportação dos imunizantes. A fala suscitou preocupações no Brasil, que já a vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com Universidade de Oxford, principal aposta do Ministério da Saúde para imunização dos brasileiros, é fabricada em solo indiano. 

"As duas companhias comunicam a intenção conjunta de desenvolver a produção e fornecimento de vacinas contra a covid-19 para a Índia e o mundo", diz a nota. "Vacinas são um bem de saúde pública global e têm o poder de salvar vidas e acelerar o retorno da economia à normalidade o mais cedo possível", acrescenta. Não há citação específica, contudo, ao imunizante da AstraZeneca e da Oxford.

"Pai" da polêmica, Poonawalla compartilhou o comunicado dos laboratórios em seu Twitter e chamou o suposto veto à exportação das vacinas de "falha de comunicação". "As exportações de vacinas são permitidas para todos os países. (...) Estamos todos unidos na luta contra esta pandemia", publicou.

investimentos em 2021 Ninguém tem bola de cristal para cravar o que vai acontecer, mas dá para falar que alguns sinais do mercado já apontam que você precisa fazer ajustes na sua carteira para surfar numa possível onda de lucros da bolsa brasileira.

Um dos principais fatores para explicar isso é analisar o Ibovespa não pelo seu valor em reais, mas em dólares, que é o que realmente importa por se tratar de uma moeda forte e, portanto, refletir a evolução do índice na visão dos investidores estrangeiros.

No final de 2019, o Ibov estava em 26 mil pontos em dólares. No auge da crise do coronavírus, atingiu os 12 mil. E agora ele está na casa dos 22 mil. Ou seja, a B3 ainda não voltou para o patamar pré-crise na moeda norte-americana.

“Isso significa que ainda existe uma diferença grande para ser capturada por você em forma de lucro. O fato incontestável é que hoje estamos muito abaixo da média, e os preços ainda não se recuperaram totalmente. Isso abre uma grande oportunidade”, explica o analista de investimentos e mestre em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Max Bohm.

Reformas indicam que você deve se posicionar nas ações com maior potencial

Vale lembrar que o Ibovespa chegou em dezembro de 2019 com 112 mil pontos e analistas previam que o índice poderia bater os 300 mil pontos em alguns anos, até aparecer a pandemia e derrubar os preços.

Desde então já não se sabe mais qual patamar a bolsa pode atingir. No entanto, é possível vislumbrar um cenário otimista não só diante da oportunidade de upside em dólares, mas também pelas reformas que estão se desenhando.

A maior consultoria política do país, a Arko Advice, sinaliza em relatório exclusivo para assinantes da Empiricus que podemos ter a reforma administrativa e tributária no primeiro e segundo semestres, respectivamente. 

“Isso anima o mercado. Com essa perspectiva, o dinheiro gringo voltou a entrar na nossa Bolsa. E é esse dinheiro que faz toda a diferença”, afirma Bohm. “Estamos no exato ponto que separa uma crise de uma oportunidade de aumentar seu patrimônio”, diz Bohm.

Em outros momentos que Bohm previu oportunidades de multiplicação como agora, ele mais que dobrou o patrimônio de seus leitores com indicações de sua série Melhores Ações da Bolsa, que acumula um ganho médio de 210% nos últimos seis anos - sem contar os lucros pontuais. Veja alguns exemplos:

  • IRB Brasil - 160% (22/03/2018 - 20/05/2019);
  • Intermédica - 144% (20/12/2018 - 16/01/2020);
  • Itaú - 143% (03/09/2015 - 04/08/2020);
  • Cogna Educação - 115% (10/09/2015 - 31/08/2017);
  • CSU Cardsystem - 102% (15/12/2016 - 09/05/2018);

Ou seja, para entrar em 2021 alinhado aos gatilhos de alta, assim como ocorreu em outros momentos, é necessário estar posicionado nas ações com maior potencial de upside. 

É por isso que, seguindo a mesma filosofia, Bohm identificou um perfil de multiplicação, proteção e bons pagamentos de dividendos em 18 ações, que ele e sua equipe de analistas julgam ser as que mais podem entregar lucros em 2021 em meio às mais de 500 da bolsa brasileira (conheça aqui).

Todas apresentam potencial de alta de até 100%. Além disso, 5 delas compõem a maior parte do portfólio e são consideradas o filé mignon da carteira.

Foi com iniciativas como a de agora que Max Bohm mais que triplicou o patrimônio de seus leitores, rastreando e analisando os gatilhos de alta da bolsa full time com sua equipe da série Melhores Ações da Bolsa.

Só neste instante, por exemplo,  Max Bohm está entregando ganhos de até 160% para os seus seguidores, com ações que ainda não completaram a curva de crescimento, como você pode ver na coluna “target” da tabela abaixo.

Confira:


Uma das ações, aliás, foi adicionada recentemente, em 16 de dezembro, com potencial de alta de 35% - você pode conferir a análise completa por meio deste link, por sete dias sem compromisso. Oportunidades assim são indicadas com certa frequência para os leitores da série.

Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vai oferecer 93 mil vagas em 2021. Com isso, o aporte financeiro do Ministério da Educação (MEC) será de R$ 500 milhões para viabilizar as vagas. Esses números estão no Plano Trienal do Fundo de Financiamento Estudantil, publicado no último dia de dezembro. O plano traz a previsão para os próximos três anos. Nesse período, serão ofertadas, no total, 279 mil vagas. O Fies é o programa do governo federal que tem como meta facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). Prazo para validar documentos usados em inscrição no Fies é prorrogado para 31 de dezembro Período de inscrições O período de inscrições para o processo seletivo do Fies para o 1º semestre de 2021 é do dia 26 até as 23h59 de 29 de janeiro de 2021. O resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Para os pré-selecionados em chamada única, o prazo para complementar a inscrição é de 3 a 5 de fevereiro. Lista de espera Os candidatos não pré-selecionados na chamada única do Fies podem disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. Todos os não pré-selecionados na chamada única serão, automaticamente, incluídos na lista de espera. A convocação por meio da lista de espera ocorrerá de 3 de fevereiro até o dia 18 de março de 2021.

As passagens pagas pelos usuários do transporte coletivo intermunicipal que circulam pela Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) foram reajustadas e ficarão mais caras a partir da próxima segunda-feira (11). Conforme publicação no Diário Oficial do Estado, da última segunda-feira (4), as tarifas para todos os municípios da RMF terão reajuste que varia entre R$ 0,15 e R$ 0,55 por passagem inteira, a depender da distância da rota. 

Conforme a publicação no Diário Oficial, o reajuste foi deliberado em uma reunião do Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arce) realizada no dia 30 de dezembro de 2020. 

Com ao aumento, as linhas terão as seguintes tarifas:

I – Anel 01: passa de R$ 3,75 para R$ 3,90;
II – Anel 02: passa de R$ 4,60 para R$ 4,80;
III – Anel 03: passa de R$ 6,30 para R$ 6,55;
IV – Anel 04: passa de R$ 8,35 para R$ 8,65;
V – Anel 05: passa de R$ 9,65 para R$ 10,05;
VI – Anel 06: passa de R$ 13,30 para R$ 13,85.

Extensão média das linhas:

1º. Anel - 16,52 km – Localidades de Caucaia e Maracanaú.
2º. Anel - 23,57 km – Localidades de Maracanaú, Aquiraz e Eusébio.
3º. Anel - 29,71 km - Localidades de Maranguape, Aquiraz, Caucaia, Itaitinga e Pacatuba.
4º. Anel - 33,40 km - Localidades de Aquiraz, Caucaia, Guaiúba, Maranguape e Pacatuba.
5º. Anel - 45,53 km - Localidades de Caucaia, Aquiraz, Horizonte, Itaitinga, Guaiúba, Pacatuba, Maracanaú, Pacajus e São Gonçalo.
6º. Anel - 71,27 km - Localidades de Chorozinho, Maranguape e São Gonçalo.

Em julho de 2020, o conselho diretor da (Arce) aprovou uma resolução que adiava para dezembro, dentre outros reajustes, o do serviço de transporte regular interurbano. A decisão, à época, considerou os impactos causados pela disseminação do novo coronavírus. 

Agência Brasil

Fies oferecerá 93 mil vagas para financiamento estudantil em 2021 Escrito por Agência Brasil, 12:00 / 05 de Janeiro de 2021. Inscrições vão de 26 até 29 de janeiro de 2021

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vai oferecer 93 mil vagas em 2021. Com isso, o aporte financeiro do Ministério da Educação (MEC) será de R$ 500 milhões para viabilizar as vagas. Esses números estão no Plano Trienal do Fundo de Financiamento Estudantil, publicado no último dia de dezembro.

O plano traz a previsão para os próximos três anos. Nesse período, serão ofertadas, no total, 279 mil vagas. O Fies é o programa do governo federal que tem como meta facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).
Período de inscrições

O período de inscrições para o processo seletivo do Fies para o 1º semestre de 2021 é do dia 26 até as 23h59 de 29 de janeiro de 2021. O resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Para os pré-selecionados em chamada única, o prazo para complementar a inscrição é de 3 a 5 de fevereiro.
Lista de espera

Os candidatos não pré-selecionados na chamada única do Fies podem disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. Todos os não pré-selecionados na chamada única serão, automaticamente, incluídos na lista de espera. A convocação por meio da lista de espera ocorrerá de 3 de fevereiro até o dia 18 de março de 2021.

Novas mudanças na Aposentadoria por Idade começam a valer.

Hoje falaremos sobre a mudança no benefício de aposentadoria por idade na regra de transição do artigo 18 da Emenda Constitucional 103/19 (Reforma da Previdência).

É de suma importância tanto para o advogado como para o segurado se atentar a estas novas regras, uma vez que sofrerá alteração a partir de 1º de janeiro de 2021 com relação a idade mínima da segurada mulher.

Vejamos que, até a data da publicação da Emenda Constitucional 103/2019 a aposentadoria por idade (urbana) era concedida ao homem que contasse com no mínimo 65 anos de idade e 15 anos de contribuição (180 meses de carência) e para a mulher que contasse com 60 anos de idade e 15 anos de contribuição (180 meses de carência), conforme o artigo 26, inciso II ou pela tabela progressiva do artigo 142 da lei de benefícios da previdência social).


Consoante a Emenda Constitucional 103/2019, para os segurados filiados ao Regime Geral de Previdência Social (INSS) até 13/11/2019 é assegurado o Direito à aposentadoria por idade quando completarem os seguintes requisitos:
60 anos de idade, se mulher e 65 anos de idade se homem, e;
o total de 15 anos de contribuição ( tempo de contribuição mínimo para ambos os sexos).

Com o advento da Emenda Constitucional 103/2019 passou-se a ser exigida a idade mínima da aposentadoria por idade da mulher (60 anos) que será aumentada em 6 meses progressivamente todo dia 1º de cada ano subsequente ao de 2020, até atingir o limite de 62 anos de idade.

Concursos na área da Saúde: confira lista de vagas previstas para 2021. A atuação na área da saúde será uma das mais promissoras para quem busca uma vaga no serviço público

Coronavírus: taxa de transmissão do coronavírus cai no Brasil, mas segue alta, a 1,04 Segundo estimativa da universidade britânica, cada 100 pessoas contaminadas pela Covid-19 no país transmitem a doença para outras

   Na América do Sul, além da Bolívia, Uruguai e Brasil, também apresentam alto índices de contágio o Chile (Rt 1,16) e a Colômbia (Rt 1,08).

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,04, de acordo com levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira (5). Isso significa que, de acordo com a estimativa da universidade britânica, cada 100 pessoas contaminadas pela Covid-19 no país transmitem a doença para outras 104. Covid-19: Fabricante de vacina de Oxford na Índia recua e garante exportação de doses O índice representa uma queda em relação ao levantamento divulgado no dia 15 de dezembro, quando o Rt estava em 1,13, mas ainda é considerado alto. A taxa de transmissão é uma das principais referências para se acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no Brasil. Quando está abaixo de um, indica tendência de estabilização. O levantamento também projeta que o total de óbitos pela Covid-19 no país esta semana deve ser de 5.440, um crescimento em relação à última semana, quando a universidade contabilizou 4.923 mortes pela doença. Qual seu lugar na fila da vacina?Faça o teste e descubra! Especialistas ponderam que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do novo coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio pode variar nas cidades e estados do país. De acordo com a margem de erro calculada pela universidade britânica, que analisa países em todo o mundo, a taxa de transmissão brasileira — o país tem dimensões continentais — pode variar de 0,92 até 1,26. Leia mais: Covid-19 causa distúrbios neurológicos até em pacientes com sintomas leves, alerta neurocientista O Imperial College destaca, ainda, que a notificação de mortes e casos no Brasil está mudando, e "os resultados devem ser interpretados com cautela". Contágio pelo mundo As maiores taxas de transmissão da semana foram registradas em Honduras (Rt 1,78), Bolívia (Rt 1,72) e Irlanda (Rt 1,45). O índice também é alto na Dinamarca (Rt 1,36), Egito (R 1,33), África do Sul e Nigéria (1,29), Chipre (Rt 1,24), Uruguai (Rt 1,23) e Reino Unido (1,22), entre outros. Os Estados Unidos não foram incluídos na análise do relatório.  


 De acordo com o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até esta segunda-feira (4), mais de 83 milhões de casos de Covid-19 e mais de 1,8 milhões de mortes. O GLOBO RECOMENDA SOCIEDADE Covid-19 causa distúrbios neurológicos até em pacientes com sintomas leves, alerta neurocientista Neurocientista Daniel Martins-de-Souza. 

 Chance de imunizante chegar a clínicas privadas antes da vacinação pública é remota, diz advogado Segundo Paulo Almeida, diretor executivo do Instituto Questão de Ciência, ‘não se pode obrigar clínica privada a vacinar só prioritários’ Foto: Divulgação / Divulgação BLOGS Margareth Dalcolmo: Entramos em 2021 angustiados pela perspectiva do que virá pela frente Movimentação de pessoas em vagão da linha 1 azul do metrô de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, dia 04, primeiro dia útil de 2021. 

1. Inglaterra e Escócia voltam à quarentena total diante do avanço da nova cepa do vírus O Globo e Reuters 
2. Eduardo Bolsonaro faz visita-surpresa à Casa Branca a convite da filha de Trump André Duchiade 
3. Trump pressiona vice para não proclamar vitória de Biden no Congresso na quarta O Globo e agências internacionais 
4. Entenda por que o hino do Rio Grande do Sul é considerado racista David Barbosa 
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MAIS E MAIS

 Chance de imunizante chegar a clínicas privadas antes da vacinação pública é remota, diz advogado



O Globo e Reuters
David Barbosa
Covid-19 causa distúrbios neurológicos até em pacientes com sintomas leves, alerta neurocientista
Avanço da doença pode aumentar problemas de memória e depressão, entre outros, pontua Daniel Martins-de-Souza, do Instituto de Biologia da Unicamp
RIO — A retomada do avanço da Covid-19 registrada a partir de novembro ameaça levar ao crescimento do número de pessoas acometidas por distúrbios neurológicos, de depressão a problemas de memória. O alerta é do neurocientista Daniel Martins-de-Souza, do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Ele é um dos coordenadores do grupo de cientistas de várias instituições brasileiras que descobriu alterações na estrutura do córtex cerebral, mesmo em pessoas com sintomas leves de Covid-19. O mesmo grupo comprovou que o coronavírus infecta células cerebrais e afeta suas funções.

Além da Unicamp, o estudo brasileiro contou com a Universidade de São Paulo (USP) em colaboração com o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


O córtex é a região mais nobre e complexa do cérebro. Está ligado a funções fundamentais, como consciência, memória, linguagem, cognição e atenção. Alterações no córtex acontecem em doenças neurodegenerativas graves, como os males de Alzheimer e Parkinson. E, por isso mesmo, os cientistas pretendem acompanhar as pessoas examinadas no estudo de Covid-19 por dois anos, para detectar se houve sequelas.

— A Covid-19 pode afetar o sistema nervoso central. Sabemos que 30% das pessoas com Covid-19 apresentam sintomas neurológicos, isso é muito grave. Pacientes com sintomas leves apresentam alterações na estrutura cortical, e isso está associado à depressão, ansiedade e até mesmo a déficits cognitivos. Com mais gente adoecendo, mais pessoas sofrerão esses problemas — destaca Martins-de-Souza.

O trabalho brasileiro também mostrou que o Sars-CoV-2 é capaz de infectar e se replicar nos astrócitos, células de suporte e as mais numerosas do sistema nervoso central. Isso foi observado por meio de autópsias de vítimas da Covid-19.

Ao afetar os astrócitos, o coronavírus pode prejudicar o funcionamento dos neurônios, que precisam dos astrócitos para se nutrir. Experiências em culturas de células realizadas por Martins-de-Souza mostram que os neurônios se tornam menos viáveis se os astrócitos são infectados. 


É como uma reação em cadeia. O vírus ataca os astrócitos e, infectados, eles morrem ou deixam de cumprir seu papel de suporte aos neurônios. Estes então passam a não levar mais direito os sinais nervosos. O resultado pode ser uma gama de problemas, tão variados quanto dificuldade de raciocínio, perda de memória e depressão.

As alterações no córtex de pessoas com Covid-19 branda foram identificadas por meio de exames de ressonância magnética. Essa parte do estudo brasileiro foi liderada pela cientista Clarissa Yasuda, do Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia/Brainn/Unicamp. Yasuda analisou imagens do cérebro de 81 pessoas que tiveram Covid-19 com sintomas leves.

Os exames foram realizados, em média, dois meses após o surgimento dos primeiros sintomas da Covid-19. E um terço dos participantes ainda apresentava nesse período problemas neurológicos ou neuropsiquiátricos, como ansiedade, fadiga, dor de cabeça, depressão, perda de paladar, de sono e do desejo sexual. 


Foram identificadas diferentes alterações na estrutura cortical, como aumento ou perda de espessura. O próximo passo do trabalho será descobrir se essas alterações são temporárias ou permanentes.

— Esperamos que nosso trabalho sirva como alerta. Nossos dados mostram o quão perigoso é se expor ao coronavírus ou “querer pegar logo isso para ficar livre”. Mas, se nessa de pegar logo, a pessoa sofre uma complicação neurológica? Nossa pesquisa mostra que é melhor fugir dessa ideia. Não dá para predizer quando a “gripezinha” vai se transformar num distúrbio neurológico. Não tem como saber — frisa Martins-de-Souza.'Muito trabalho à frente'

Os dados produzidos pelo estudo oferecem informações importantes para tratar a Covid-19, mas a ciência ainda está longe de compreender totalmente a doença. 

No fim de 2020, dois novos estudos internacionais publicados na Nature Neuroscience trouxeram evidências do ataque direto do Sars-CoV-2 ao cérebro. O primeiro, realizado pela Universidade de Washington, demonstrou em animais que proteínas do vírus atravessam a defesa do cérebro, a barreira hematoencefálica (a proteção natural contra substâncias tóxicas e infecções). 

Outra pesquisa, esta da Universidade Charité (Alemanha), reuniu por meio de autópsias em vítimas fatais da Covid-19 mais evidências de que o coronavírus usa o nariz para chegar ao cérebro.


— Todos esses estudos são importantes e reforçam nossas descobertas. A ciência ainda não desvendou os mecanismos de ataque do coronavírus ao sistema nervoso central — frisa Martins-de-Souza.

Ele explica que demonstrar a queda da barreira em animais é um primeiro passo para indicar que o mesmo poderia acontecer com seres humanos. Mas há outras hipóteses não excludentes, como a da invasão do vírus através do nariz, via nervo. E alguns pesquisadores já levantaram a hipótese de o coronavírus chegar ao cérebro pelo nervo vago (o maior nervo craniano, que vai do cérebro ao estômago). 

— Avançamos muito, mas essa é uma doença complexa. Temos muito trabalho à frente — diz o neurocientista.